Às vezes sinto que todo ano corre somente para o Natal.
Não sei se é porque é férias, mas isso é só no hemisfério Sul…
No Norte há apenas um recesso…
Então não podemos fechar o Natal no Sul… e deixar os do Norte (mesmo sendo mais evoluídos em certos aspectos) solitários com seus Natais particulares.
Parece-me que os outros onze meses são pedaços do mês completo que é dezembro.
Talvez isso seja porque eu nasci nesse mês, mas não creio que seja somente por isso.
Alguém muito mais importante – e quando digo MUITO MAIS me refiro não a números, mas à INFINITOS – também nasceu no começo das Eras. E continua nascendo, nascendo, nascendo, e se renovando não em si mesmo, mas em nós, a cada Natal.
Não pensei que iria escrever esse texto, e não foi por isso que postei tantos “pedaços” nessa semana. Isso é apenas uma coisa que me veio agora. Resolvi também mudar a foto. Acho que essa terá mais significado, não importando se sua fé – se é que você a tenha – seja judia ou cristã, budista ou kardecista.
O mesmo Natal para todos.
O mesmo significado.
O mesmo valor moral e ético e solidário e caridoso.
Natal deixa de ser feriado, ou pelo menos deveria, para se tornar sentimento.
E não apenas data, mas alegria personificada.
A mesma alegria do soldado de guerra que volta pra casa depois de anos.
A mesma alegria do primeiro homem no espaço ao ver a Terra, e gritar que ela é azul!
A mesma alegria do primeiro passo na Lua.
A mesma alegria do primeiro grito no topo do mundo.
A mesma alegria dos hebreus ao fitarem o Mar Vermelho após a libertação.
A mesma alegria dos Sagrados Pais ao verem aquele Menino frágil e com cara de joelho de recém-nascido e se curvarem diante dele, chamando-o de Senhor Deus.
E acreditem: isso não pode ser fechado em apenas um dia.
Natale Hilare à todos!
Que vossos sonhos sejam realidade…
…hoje e sempre.
E é isso…
…simplesmente.
